“As políticas industriais estão aí e vão continuar”, disse, e, por isso, é natural pensar na existência delas no Brasil. O objetivo dessas políticas, no entanto, deve ser a competitividade internacional e não o atendimento ao mercado interno, como ocorre hoje na Nova Indústria Brasil (NIB).
“Todas as metas da NIB são de substituição de importações. É preciso mudar a natureza das metas. [A ideia] não é suprir o mercado interno, é competir internacionalmente. É exportabilidade com encadeamento interno”, disse.